Espécies Ameaçadas – Gilberto Vasconcelos https://blog.biomaurbano.com.br My WordPress Blog Tue, 21 Nov 2023 23:25:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 Brauna preta – Melanoxylon brauna Schott https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/brauna-preta-melanoxylon-brauna-schott/ https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/brauna-preta-melanoxylon-brauna-schott/#respond Tue, 21 Nov 2023 23:25:49 +0000 https://biomaurbano.com.br/index.php/2023/11/21/bs-nail-art-know-how-dotted-half-moon-manicure/ Árvores de 3-12 m alt., tronco com casca suberosa, acinzentada; ramos jovens pubérulos, com tricomas ferrugíneos. Estípulas lineares, ca. 0.3 cm compr., cedo caducas. Folhas imparipinadas, espiraladas, pecíolo 2.5-4.7 cm compr., pubérulo, com tricomas ferrugíneos, raque 10-18 cm compr., folíolos 11-21, subopostos, oblongos-lanceolados, lanceolados ou elípticos, sendo o folíolo terminal frequentemente elíptico, ápice agudo, base simétrica ou levemente assimétrica, com lado maior arredondado, lado menor cuneado, folíolos proximais menores que os distais, proximais 2.7-3.4 x 1.5-1.7 cm, distais 4.9-6.5 x 1.6-2.3 cm, glabros em ambas as faces, raramente com esparsos tricomas na região das nervuras na face abaxial, margem ligeiramente revoluta. Inflorescência panícula terminal, 13-38 cm compr., exserta da folhagem; pedicelo 0.6-2.3 cm compr.; hipanto infundibuliforme, 0.3-0.7 cm compr.; botões globosos, 0.3-0.7 cm compr.; Flores com sépalas de 0.7-0.9 cm compr., tomentosas com tricomas ferrugíneos na face adaxial e esparsamente pubérulo na face adaxial, reflexas na antese; pétalas amarelas, unguiculadas 1.5-2.4 cm compr.; estames 10, ca. 15 mm compr., filetes ferrugíneo-tomentosos, anteras com deiscência rimosa; ovário 11-13 ovulado, viloso com tricomas ferrugíneos. Fruto criptolomento, oblongo, ligeiramente curvado, sublenhoso, 8.5-14.5 cm compr., 0.9-4.3 cm larg, endocarpo articulado fragmentando-se em artículos transversalmente oblongos. Sementes oblongas, compressas, testa lisa de cor atropurpúrea.

Dsribuição Geográfica
Ocorrências confirmadas:
Nordeste (Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe)
Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)
Domínios Fitogeográficos 
Caatinga, Savana Central Brasileira, Mata Atlântica
Tipo de Vegetação 

Floresta Estacional Decídua, Floresta Estacional Semidecídua, Floresta Ombrófila (Floresta Tropical Ombrófila)

Registrada na Restinga de Coruripe, Alagoas (Gilberto J. S. Vasconcelos)

 

Referência

Rando, J.G.; Carvalho, D.A.S.; Silva, T.S. Melanoxylon in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB28147>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em31 mar. 2024

 

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Amescla-da-praia – Protium bahianum Daly https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/amescla-da-praia-protium-bahianum-daly/ https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/amescla-da-praia-protium-bahianum-daly/#respond Tue, 21 Nov 2023 23:25:40 +0000 https://biomaurbano.com.br/index.php/2023/11/21/bs-7-gorgeous-greige-lipsticks-you-need-stat/ [vc_row][vc_column][vc_column_text]

Amescla-da-praia – Protium bahianum Daly[/vc_column_text][vc_wp_text title=”Amescla-da-praia – Protium bahianum Daly”]Espécie endêmica do Brasil (Flora do Brasil 2020 em construção, 2019), com ocorrência nos estados: ALAGOAS, municípios de Marechal Deodoro (Chagas-Mota 1422), Messias (Mori 219) e Murici (Lyra-Lemos 3817); BAHIA, municípios de Belmonte (Monteiro 23638), Camaçari (Bautista 826), Camamu (Fiaschi 1171), Cairu (Tosto 41), Conde (Pereira-Silva 3660), Entre Rios (Souza 452), Esplanada (Ribeiro 20), Ilhéus (Fiaschi 2687), Imbassaí (Macedo 428), Itacaré (Fiaschi 2579), Jandaíra (Guedes 23883), Jequié (Macedo 871), Lauro de Freitas (Lombardi 7200), Maraú (Fernandes 478), Mata de São João (Guedes 14669), Porto Seguro (Pirani 2756), Salvador (Bautista 1556), Santa Cruz Cabrália (Mori 13019), São Gonçalo dos Campos (Guedes 187), Una (Lucas 1091), Uruçuca (Carvalho 3620), Valença (Arbo 7168) e Vera Cruz (Matos 3433); PARAÍBA, município de Caaporã; PERNAMBUCO, municípios de Rio Formoso (Coelho s.n.), Sirinhaém (Cantarelli 627) e Tamandaré (Lira 590); SERGIPE, municípios de Estância (Landim 11237), Itaporanga d’Ajuda (Matos 216), Pirambu (Pereira 83), Santo Amaro das Brotas (Farney 2925), Santa Luzia do Itanhy (Gomes 126a) e Indiaroba (Farias 90).[/vc_wp_text][/vc_column][/vc_row]

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Jequitibá rosa – Cariniana legalis (Mart.) Kuntze https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/jequitiba-rosa-cariniana-legalis-mart-kuntze/ https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/jequitiba-rosa-cariniana-legalis-mart-kuntze/#respond Tue, 21 Nov 2023 23:25:33 +0000 https://biomaurbano.com.br/index.php/2023/11/21/bs-6-products-youve-seen-on-instagram-that-you-need-irl/ [vc_row][vc_column][vc_column_text]

Considerada a maior árvore da Mata Atlântica, Cariana legalis é amplamente distribuída no leste do Brasil. Os indivíduos da espécie apresentam tronco tipicamente colunar e podem atingir mais de 30 m de altura e 4 m de diâmetro, formando fustes de grande tamanho que se destacam em meio às árvores do dossel onde ocorrem. Além disso, C. legalis é uma espécie extremamente longeva, com indivíduos que podem atingir mais de 500 anos, e as subpopulações geralmente são compostas de vários indivíduos de grande porte, supostamente muito antigos. Dessa forma, o tempo de geração da espécie é estimado em cerca de 100 anos. Suspeita-se que C. legalis tenha sofrido com a exploração madeireira sistemática ao longos dos últimos séculos, devido à qualidade da sua madeira e ao tronco colunar de grandes dimensões, e que essa exploração ainda ocorra em algumas localidades. Além disso, por ocorrer em grande parte do bioma Mata Atlântica, a espécie vem sofrendo um forte declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat ao longo de praticamente toda a sua distribuição. Dessa forma, é possível suspeitar que C. legalis tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 50% nos últimos 300 anos.

Distribuição

A espécie ocorre nos estados da Paraíba, Pernambuco, Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Espirito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro (Smith et al. 2012).Apresenta dispersão irregular e descontínua, ocorre em grande densidade em algumas áreas e pouca densidade ou ausente em outras (Lorenzi, 2002).

Registro de milhares de exemplares no estado de Alagoas por: Gilberto J. S. Vasconcelos. viveirista florestal

 

 

CNCFlora. Cariniana legalis in Lista Vermelha da flora brasileira versão 2012.2 Centro Nacional de Conservação da Flora. Disponível em <http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana legalis>. Acesso em 7 abril 2024.

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Sapucaia de pilão – Lecythis pisonis Cambess https://blog.biomaurbano.com.br/2017/04/08/sapucaia-de-pilao/ https://blog.biomaurbano.com.br/2017/04/08/sapucaia-de-pilao/#respond Sat, 08 Apr 2017 23:47:40 +0000 http://biomaurbano.com/?p=2497 Árvore, até 50 m alt.; folhas, flores e frutos tornando-se verde-azulados quando danificados. Folhas com cerca de 8–17 × 3–8 cm, margem crenada. Inflorescências em racemos. Flores: hipanto glabro, sem dutos de mucilagem; lobos do cálice 6, arroxeados; pétalas 6, roxas ou brancas com tons de roxo (frequentemente completamente brancas quando velhas); estames cerca de 100–350; capuz sem espiral, superfície externa geralmente roxa (algumas vezes completamente branca quando velha), estaminódios com ou sem anteras; ovário geralmente 4-locular; estilete com expansão anular abaixo do ápice. Frutos deiscentes, cerca de 10–15 × 10–20 cm (algumas vezes maior). Sementes sulcadas, ariladas.

 

Referência

servicos.jbrj.gov.br/flora/search/Lecythis_pisonis

 

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