Espécies Ameaçadas* – Gilberto Vasconcelos https://blog.biomaurbano.com.br My WordPress Blog Sun, 31 Mar 2024 17:21:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 Annona saffordiana R.E.Fr. https://blog.biomaurbano.com.br/2024/03/31/annona-saffordiana-r-e-fr/ https://blog.biomaurbano.com.br/2024/03/31/annona-saffordiana-r-e-fr/#respond Sun, 31 Mar 2024 17:21:32 +0000 https://biomaurbano.com.br/?p=16586 [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text] 

Annona saffordiana REFr.

Annona saffordiana REFr.

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Brauna preta – Melanoxylon brauna Schott https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/brauna-preta-melanoxylon-brauna-schott/ https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/brauna-preta-melanoxylon-brauna-schott/#respond Tue, 21 Nov 2023 23:25:49 +0000 https://biomaurbano.com.br/index.php/2023/11/21/bs-nail-art-know-how-dotted-half-moon-manicure/ Árvores de 3-12 m alt., tronco com casca suberosa, acinzentada; ramos jovens pubérulos, com tricomas ferrugíneos. Estípulas lineares, ca. 0.3 cm compr., cedo caducas. Folhas imparipinadas, espiraladas, pecíolo 2.5-4.7 cm compr., pubérulo, com tricomas ferrugíneos, raque 10-18 cm compr., folíolos 11-21, subopostos, oblongos-lanceolados, lanceolados ou elípticos, sendo o folíolo terminal frequentemente elíptico, ápice agudo, base simétrica ou levemente assimétrica, com lado maior arredondado, lado menor cuneado, folíolos proximais menores que os distais, proximais 2.7-3.4 x 1.5-1.7 cm, distais 4.9-6.5 x 1.6-2.3 cm, glabros em ambas as faces, raramente com esparsos tricomas na região das nervuras na face abaxial, margem ligeiramente revoluta. Inflorescência panícula terminal, 13-38 cm compr., exserta da folhagem; pedicelo 0.6-2.3 cm compr.; hipanto infundibuliforme, 0.3-0.7 cm compr.; botões globosos, 0.3-0.7 cm compr.; Flores com sépalas de 0.7-0.9 cm compr., tomentosas com tricomas ferrugíneos na face adaxial e esparsamente pubérulo na face adaxial, reflexas na antese; pétalas amarelas, unguiculadas 1.5-2.4 cm compr.; estames 10, ca. 15 mm compr., filetes ferrugíneo-tomentosos, anteras com deiscência rimosa; ovário 11-13 ovulado, viloso com tricomas ferrugíneos. Fruto criptolomento, oblongo, ligeiramente curvado, sublenhoso, 8.5-14.5 cm compr., 0.9-4.3 cm larg, endocarpo articulado fragmentando-se em artículos transversalmente oblongos. Sementes oblongas, compressas, testa lisa de cor atropurpúrea.

Dsribuição Geográfica
Ocorrências confirmadas:
Nordeste (Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe)
Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)
Domínios Fitogeográficos 
Caatinga, Savana Central Brasileira, Mata Atlântica
Tipo de Vegetação 

Floresta Estacional Decídua, Floresta Estacional Semidecídua, Floresta Ombrófila (Floresta Tropical Ombrófila)

Registrada na Restinga de Coruripe, Alagoas (Gilberto J. S. Vasconcelos)

 

Referência

Rando, J.G.; Carvalho, D.A.S.; Silva, T.S. Melanoxylon in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB28147>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em31 mar. 2024

 

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Muda de Pau-brasil https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/muda-de-pau-brasil/ https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/muda-de-pau-brasil/#respond Tue, 21 Nov 2023 23:25:46 +0000 https://biomaurbano.com.br/index.php/2023/11/21/bs-a-bauhaus-apartment-in-tel-aviv-by-raanan-stern/ [vc_row][vc_column][vc_wp_text title=”Paubrasilia echinata (Lam.) Gagnon, H.C.Lima & G.P.Lewis”]

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Jequitibá rosa – Cariniana legalis (Mart.) Kuntze https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/jequitiba-rosa-cariniana-legalis-mart-kuntze/ https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/jequitiba-rosa-cariniana-legalis-mart-kuntze/#respond Tue, 21 Nov 2023 23:25:33 +0000 https://biomaurbano.com.br/index.php/2023/11/21/bs-6-products-youve-seen-on-instagram-that-you-need-irl/ [vc_row][vc_column][vc_column_text]

Considerada a maior árvore da Mata Atlântica, Cariana legalis é amplamente distribuída no leste do Brasil. Os indivíduos da espécie apresentam tronco tipicamente colunar e podem atingir mais de 30 m de altura e 4 m de diâmetro, formando fustes de grande tamanho que se destacam em meio às árvores do dossel onde ocorrem. Além disso, C. legalis é uma espécie extremamente longeva, com indivíduos que podem atingir mais de 500 anos, e as subpopulações geralmente são compostas de vários indivíduos de grande porte, supostamente muito antigos. Dessa forma, o tempo de geração da espécie é estimado em cerca de 100 anos. Suspeita-se que C. legalis tenha sofrido com a exploração madeireira sistemática ao longos dos últimos séculos, devido à qualidade da sua madeira e ao tronco colunar de grandes dimensões, e que essa exploração ainda ocorra em algumas localidades. Além disso, por ocorrer em grande parte do bioma Mata Atlântica, a espécie vem sofrendo um forte declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat ao longo de praticamente toda a sua distribuição. Dessa forma, é possível suspeitar que C. legalis tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 50% nos últimos 300 anos.

Distribuição

A espécie ocorre nos estados da Paraíba, Pernambuco, Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Espirito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro (Smith et al. 2012).Apresenta dispersão irregular e descontínua, ocorre em grande densidade em algumas áreas e pouca densidade ou ausente em outras (Lorenzi, 2002).

Registro de milhares de exemplares no estado de Alagoas por: Gilberto J. S. Vasconcelos. viveirista florestal

 

 

CNCFlora. Cariniana legalis in Lista Vermelha da flora brasileira versão 2012.2 Centro Nacional de Conservação da Flora. Disponível em <http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana legalis>. Acesso em 7 abril 2024.

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Baru – Dipteryx alata Vog https://blog.biomaurbano.com.br/2018/10/22/baru-dipteryx-alata-vog/ https://blog.biomaurbano.com.br/2018/10/22/baru-dipteryx-alata-vog/#respond Mon, 22 Oct 2018 00:02:15 +0000 https://biomaurbano.com.br/?p=5051 [vc_row][vc_column][vc_column_text]Baru – Dipteryx alata Vog[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_images_carousel images=”5056,5055,5054,5053,5052″ img_size=”full” autoplay=”yes”][/vc_column][/vc_row]

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Fonte: alice.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/1074669/1/baru.pdf (Acessado em 27 10 2018 ás 10:52)
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Barbatimão – Stryphnodendron barbatiman Mart. https://blog.biomaurbano.com.br/2018/09/09/barbatimao-stryphnodendron-barbatiman-mart/ https://blog.biomaurbano.com.br/2018/09/09/barbatimao-stryphnodendron-barbatiman-mart/#respond Sat, 08 Sep 2018 23:34:44 +0000 https://biomaurbano.com.br/?p=4930 [vc_row][vc_column][vc_masonry_media_grid item=”basicGrid_GoTopSlideout” grid_id=”vc_gid:1536449295009-75ccb78a-f18c-3″ include=”4932,4933,4934,4935,4936,4937,4938,4939″][/vc_column][/vc_row]

BARBATIMÃO-VERDADEIRO, BARBA-DE-TIMÃO, CHARÃOZINHO-ROXO, CASCA-DA-VIRGINDADE

NOME CIENTÍFICO
Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville

FAMÍLIA
Fabaceae

CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS:

ÁRVORE de 4-5 m de altura.

TRONCO de 20-30-40 cm de diâmetro.

FOLHAS compostas, bipinadas, com 5-8 pinas, cada uma dotada de 6-8 pares de folíolos ovados e pequenos.

FLORES creme ou quase brancas, densamente reunidas em espigas cilíndricas, dispostas sob as axilas das folhas.

FRUTO do tipo vagem, grosso, carnoso e alongado com cerca de 10 cm de comprimento

SEMENTE oval, de aproximadamente 1 cm de comprimento, de cor caramelo.

FLORAÇÃO ocorre entre meados de setembro até o final de novembro. Os frutos amadurecem no período junho-setembro.

USO/ÁRVORE bastante ornamental, pela forma da copa e delicadeza da folhagem. Pode servir ao paisagismo e à arborização de ruas estreitas.

USO/MADEIRA pesada, dura, com fibras muito revessas, bastante durável quando em condições adversas. Empregada na construção civil, para obras expostas e em lugares úmidos, para trabalhos de torno e marcenaria.

USO/OUTRAS UTILIDADES A casca do tronco contém alto teor de tanino de grande ação estípica, outrora muito procurada por prostitutas, daí o nome de “casca-da-virgindade” que até hoje lhe é aplicada. As favas são consideradas tóxicas ao gado.

OBTENÇÃO DE SEMENTES Colher os frutos da árvore, quando iniciarem a queda espontânea. Secá-los ao sol, para facilitar a abertura manual e retirada das sementes.

PRODUÇÃO DE MUDAS Colocar as sementes para germinar em canteiros ou em recipientes individuais contendo substrato organo-arenoso. Mantê-los em ambiente semi-sombreado e irrigar duas vezes ao dia. A emergência ocorre em 15-30 dias e a taxa de germinação é elevada. Transplantar as mudas para local definitivo de plantio em 10-11 meses. O desenvolvimento das plantas no campo é lento, dificilmente ultrapassando 2,5 m aos 2 anos.

REFERÊCIA BIBLIOGRÁFICA LORENZI, Harri. “Árvores Brasileiras Manual de Identificação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do Brasil”. Vol. I. Editora Plantarum, Nova Odessa, São Paulo, 1992, p.188 | Scalon, V.R. 2010. Stryphnodendron in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro | FELFILI, JEANINE MARIA; SILVA JUNIOR, MANOEL CLAUDIO DA; DIAS, BENEDITO JOSÉ e REZENDE, ALBA VALÉRIA. “Estudo fenológico de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville no cerrado sensu stricto da Fazenda Água Limpa no Distrito Federal, Brasil”. Rev. bras. Bot. [online]. 1999, vol.22, n.1 [citado 2010-10-18], pp. 83-90 | PEREIRA, Ana Maria Soares. “Stryphnodendron adstringens ( Martius ) Coville – Barbatimão” | MONTEFUSCO, Ana Raquel Gomes. “Anatomia Ecológica do lenho de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville (Leguminosae), Barbatimão, no Parque Estadual do Cerrado – Jaguariaíva – PR” Dissertação apresentada ao curso de Pós-Graduação em Engenharia Florestal, Setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2005.

Fonte: umpedeque.com.br/arvore.php?id=693 <acesso em 08 09 2018>

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Amburana – Amburana cearensis (Allemão) A.C.Sm. https://blog.biomaurbano.com.br/2018/09/08/amburana-amburana-cearensis-allemao-a-c-sm/ https://blog.biomaurbano.com.br/2018/09/08/amburana-amburana-cearensis-allemao-a-c-sm/#respond Sat, 08 Sep 2018 01:50:22 +0000 https://biomaurbano.com.br/?p=5014 [vc_row][vc_column][vc_media_grid item=”mediaGrid_SlideInTitle” grid_id=”vc_gid:1538877104129-d5f595c7-f67b-5″ include=”5013,5012,5011,5010,5009,5008,5007″][/vc_column][/vc_row]

Amburana cearensis (Allemão) A.C. Sm., Tropical Woods

Árvore até 15 metros de altura; caule liso, esfoliante, casca vinho; copa grande, ramificada; ramos glabros, com lenticelas. Folhas compostas, imparipinadas; folíolos 7-13, alternos, lanceolado-ovados, folíolo apical elíptico, ápice obtuso, retuso, margem inteira, base arredondada. Inflorescências axilares, panículas. Florescendo com ou sem flores, botões clavados; flores monoicas, brancas, aromáticas; hipanto longo, cilíndrico, pubescente; cálice sinsépalo, rufo, tubo evidente, lobos 5, inconspícuos; pétala 1, vexilo, orbicular, ápice retuso, rosa, com estrias mais escuras, unguiculada; estames 10, com tamanhos desiguais, livres, alguns com filetes sigmoides próximo a antera, anteras rimosas; gineceu unicarpelar, ovário curvado, vermelho, estilete branco. Fruto legume, semente alada, ala membranácea. Semente sâmara, elipsoide, abaulada, negras, hilo basal.

Na Paraíba é encontrada em todo o Cariri, com registros para Cabaceiras, Camalaú, Souza, Pombal.

Nome popular: Cumarú, amburana de cheiro

Planta comum na caatinga, podendo ser encontrada nas matas secas.

Fotos: Rubens Teixeira de Queiroz – Fazenda Salambaia, Cabaceiras, Paraíba – BR. Moradia, Barão Geraldo, Campinas – São Paulo

Referência

-Lewis, G.; Schrire, B.; Mackinder, B. & Lock, M. 2005 Legumes of the World. Kew, Royal Botanic Gardens.

-Lima, H.C. de. 2015. Amburana in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

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Aguaí – Chrysophyllum marginatum (Hook. & Arn.) Radlk. https://blog.biomaurbano.com.br/2018/09/03/aguai-chrysophyllum-marginatum-hook-arn-radlk/ https://blog.biomaurbano.com.br/2018/09/03/aguai-chrysophyllum-marginatum-hook-arn-radlk/#respond Mon, 03 Sep 2018 01:35:45 +0000 https://biomaurbano.com.br/?p=4904 [vc_row][vc_column][vc_media_grid item=”masonryMedia_SolidBlurOut” grid_id=”vc_gid:1581035134764-5b4cbec09f0d86e8cb36701641b507dc-3″ include=”4907,4908,4909,4910,4911,4912,4913,4914,4915,4916,4917″][/vc_column][/vc_row]

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Aroeira – Myracrodruon urundeuva allemão https://blog.biomaurbano.com.br/2018/08/16/aroeira-myracrodruon-urundeuva-allemao/ https://blog.biomaurbano.com.br/2018/08/16/aroeira-myracrodruon-urundeuva-allemao/#respond Wed, 15 Aug 2018 21:11:51 +0000 https://biomaurbano.com.br/?p=4752 [vc_row][vc_column][vc_media_grid style=”lazy” grid_id=”vc_gid:1581034716630-e17d9498ce9e125ad41167a620f0225e-8″ include=”4753,4766,4765,4764,4763,4762,4761,4760,4759,4757,4756,4754,4926,4925,4924,4923,4922″][vc_column_text]Aroeira – Myracrodruon urundeuva allemão[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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