Em perigo (EN) – Gilberto Vasconcelos https://blog.biomaurbano.com.br My WordPress Blog Wed, 18 Dec 2024 03:14:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 Christiana restingae T.S. Cout., Barb.Silva & Dorr – Espécie em perigo de extinção https://blog.biomaurbano.com.br/2024/12/18/christiana-macrodon-toledo-especie-em-perigo-de-extincao/ https://blog.biomaurbano.com.br/2024/12/18/christiana-macrodon-toledo-especie-em-perigo-de-extincao/#respond Wed, 18 Dec 2024 03:14:20 +0000 https://biomaurbano.com.br/?p=17495 https://blog.biomaurbano.com.br/2024/12/18/christiana-macrodon-toledo-especie-em-perigo-de-extincao/feed/ 0 Amescla-da-praia – Protium bahianum Daly https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/amescla-da-praia-protium-bahianum-daly/ https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/amescla-da-praia-protium-bahianum-daly/#respond Tue, 21 Nov 2023 23:25:40 +0000 https://biomaurbano.com.br/index.php/2023/11/21/bs-7-gorgeous-greige-lipsticks-you-need-stat/ Amescla-da-praia – Protium bahianum Daly[/vc_column_text][vc_wp_text title=”Amescla-da-praia – Protium bahianum Daly”]Espécie endêmica do Brasil (Flora do Brasil 2020 em construção, 2019), com ocorrência nos estados: ALAGOAS, municípios de Marechal Deodoro (Chagas-Mota 1422), Messias (Mori 219) e Murici (Lyra-Lemos 3817); BAHIA, municípios de Belmonte (Monteiro 23638), Camaçari (Bautista 826), Camamu (Fiaschi 1171), Cairu (Tosto 41), Conde (Pereira-Silva 3660), Entre Rios (Souza 452), Esplanada (Ribeiro 20), Ilhéus (Fiaschi 2687), Imbassaí (Macedo 428), Itacaré (Fiaschi 2579), Jandaíra (Guedes 23883), Jequié (Macedo 871), Lauro de Freitas (Lombardi 7200), Maraú (Fernandes 478), Mata de São João (Guedes 14669), Porto Seguro (Pirani 2756), Salvador (Bautista 1556), Santa Cruz Cabrália (Mori 13019), São Gonçalo dos Campos (Guedes 187), Una (Lucas 1091), Uruçuca (Carvalho 3620), Valença (Arbo 7168) e Vera Cruz (Matos 3433); PARAÍBA, município de Caaporã; PERNAMBUCO, municípios de Rio Formoso (Coelho s.n.), Sirinhaém (Cantarelli 627) e Tamandaré (Lira 590); SERGIPE, municípios de Estância (Landim 11237), Itaporanga d’Ajuda (Matos 216), Pirambu (Pereira 83), Santo Amaro das Brotas (Farney 2925), Santa Luzia do Itanhy (Gomes 126a) e Indiaroba (Farias 90).[/vc_wp_text][/vc_column][/vc_row] ]]> https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/amescla-da-praia-protium-bahianum-daly/feed/ 0 Jequitibá rosa – Cariniana legalis (Mart.) Kuntze https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/jequitiba-rosa-cariniana-legalis-mart-kuntze/ https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/jequitiba-rosa-cariniana-legalis-mart-kuntze/#respond Tue, 21 Nov 2023 23:25:33 +0000 https://biomaurbano.com.br/index.php/2023/11/21/bs-6-products-youve-seen-on-instagram-that-you-need-irl/ Considerada a maior árvore da Mata Atlântica, Cariana legalis é amplamente distribuída no leste do Brasil. Os indivíduos da espécie apresentam tronco tipicamente colunar e podem atingir mais de 30 m de altura e 4 m de diâmetro, formando fustes de grande tamanho que se destacam em meio às árvores do dossel onde ocorrem. Além disso, C. legalis é uma espécie extremamente longeva, com indivíduos que podem atingir mais de 500 anos, e as subpopulações geralmente são compostas de vários indivíduos de grande porte, supostamente muito antigos. Dessa forma, o tempo de geração da espécie é estimado em cerca de 100 anos. Suspeita-se que C. legalis tenha sofrido com a exploração madeireira sistemática ao longos dos últimos séculos, devido à qualidade da sua madeira e ao tronco colunar de grandes dimensões, e que essa exploração ainda ocorra em algumas localidades. Além disso, por ocorrer em grande parte do bioma Mata Atlântica, a espécie vem sofrendo um forte declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat ao longo de praticamente toda a sua distribuição. Dessa forma, é possível suspeitar que C. legalis tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 50% nos últimos 300 anos.

Distribuição

A espécie ocorre nos estados da Paraíba, Pernambuco, Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Espirito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro (Smith et al. 2012).Apresenta dispersão irregular e descontínua, ocorre em grande densidade em algumas áreas e pouca densidade ou ausente em outras (Lorenzi, 2002).

Registro de milhares de exemplares no estado de Alagoas por: Gilberto J. S. Vasconcelos. viveirista florestal

 

 

CNCFlora. Cariniana legalis in Lista Vermelha da flora brasileira versão 2012.2 Centro Nacional de Conservação da Flora. Disponível em <http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana legalis>. Acesso em 7 abril 2024.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row] ]]>
https://blog.biomaurbano.com.br/2023/11/21/jequitiba-rosa-cariniana-legalis-mart-kuntze/feed/ 0
Pau brasil – Paubrasilia echinata https://blog.biomaurbano.com.br/2017/02/19/pau-brasil-paubrasilia-echinata/ https://blog.biomaurbano.com.br/2017/02/19/pau-brasil-paubrasilia-echinata/#respond Sun, 19 Feb 2017 14:34:08 +0000 http://biomaurbano.com/?p=2065

Pau brasil – Paubrasilia echinata



Nome Científico: Paubrasilia echinata

Nomes Populares: Arabutã, Brasilete, Árvore-do-Brasil, Ibirapitanga, Ibiripitinga, Imirá-Piranga, Muirapiranga, Orabutã, Pau-Pernambuco, Pau-Rosado, Pau-Vermelho e Sapão.

Nomes no Exterior: Brazil Wood e Pernambuco Wood.

Características: Espécie arbórea com até 12 m de altura e 40-70 cm de diâmetro. Relatos da literatura indicam que, no passado, chegava a ter até 30 m de altura. Planta espinhenta com folhas compostas bipinadas de 10-15 cm de comprimento, 5-6 pares de pinas de 8-14 cm de comprimento; folíolos em número de 6-10 pares por pina, com 1-2 cm de comprimento.

Locais de Ocorrência: Distribui-se no litoral, entre os estados do Ceará ao Rio de Janeiro na floresta pluvial Atlântica, sendo particularmente frequente no sul da Bahia.

Solos: Ocorre naturalmente nos tabuleiros do Pliopleistoceno do Grupo Barreiras. Estes solos geralmente apresentam baixa fertilidade química natural, são bem drenados e apresentam textura que varia de arenosa e franca.

Madeira: Muito pesada, dura, compacta, bastante resistente, de textura fina, incorruptível, com alburno pouco espesso e diferenciado do cerne. Empregada somente para confecção de arcos de violino. Outrora foi muito utilizada na construção civil e naval e, trabalhos de torno. Entretanto, seu principal valor residia na produção de um princípio colorante denominado “brasileína”, extraído do lenho, usado para tingir tecidos e fabricar tinta de escrever. A exploração do Pau Brasil intensa gerou muita riqueza ao reino e caracterizou um período econômico de nossa história, que estimulou a adoção do nome “Brasil” ao nosso país.

Aspectos Ecológicos: Planta semidecídua característica da floresta pluvial atlântica. Ocorre preferencialmente em terrenos secos e inexiste na cordilheira marítima. É típica do interior da floresta primária densa, sendo rara nas formações secundárias. Floresce a partir do final do mês de setembro, prolongando-se até meados de outubro. A maturação dos frutos ocorre nos meses de novembro-janeiro

Fonte: Instituto Brasileiro de Florestas

Fotos: Gilberto Vasconcelos


 

]]>
https://blog.biomaurbano.com.br/2017/02/19/pau-brasil-paubrasilia-echinata/feed/ 0